Homilia Pe. José Augusto 05/10/2010
Categoria: Notícias
Mais de 100 mil fiéis compareceram neste domingo (19) a uma missa ao ar livre perto de Luanda, capital de Angola, celebrada pelo papa Leão XIV. O pontífice fez um apelo por “esperança” no segundo dia de sua visita ao país, marcado pelas desigualdades econômicas e sociais.
Publicado em: 19/04/2026
Papa Leão XIV chega ao Santuário de Mamã Muxima, em Muxima, Angola, neste domingo (19). AP – Andrew Medichini
Por:RFI
Desde sua chegada a Angola, terceira etapa de uma viagem de 11 dias ao continente africano, o pontífice criticou, em discurso na presença do presidente João Lourenço, os “sofrimentos” e as “catástrofes sociais e ambientais” provocados pela “lógica de exploração” dos recursos na ex-colônia portuguesa, rica em petróleo e minerais.
Na viagem, marcada pelas recentes críticas do presidente americano, Donald Trump, a Leão XIV, o papa tem adotado um tom mais contundente em suas mensagens. Neste domingo, o pontífice presidiu uma grande missa em Kilamba, a quase 30 quilômetros da capital, Luanda.
Leão XIV convidou os angolanos a “olhar para o futuro com esperança”.“Nós podemos e queremos construir um país onde as antigas divisões sejam superadas para sempre, onde o ódio e a violência desapareçam, onde a chaga da corrupção seja curada por uma nova cultura de justiça e partilha”, afirmou.
Segundo o padre angolano Pedro Chingandu, “a riqueza (em Angola) está concentrada nas mãos de uma minoria muito pequena e, óbvio, a guerra que vivemos (1975-2002) não fez mais que agravar a situação”.
“Precisamos de uma verdadeira democracia, da redistribuição da riqueza e de justiça”, acrescentou. Patrício Musanga, 32, natural de Kinshasa, na República Democrática do Congo, usava um boné branco com a foto de Leão XIV e disse que esperava “uma mensagem de esperança para a juventude”, mas também de “reconciliação nacional e paz”.
Para esse congolês naturalizado angolano, que vive em Luanda há dez anos, a mensagem “pode servir realmente para toda a África, porque praticamente em todos os países os problemas são os mesmos”, começando pela “falta de emprego” para os jovens.
Muxima, a “alma dos angolanos”
Depois de João Paulo II (1978-2005), em 1992, e Bento XVI (2005-2013), em 2009, Leão XIV é o terceiro papa a visitar o país, ex-colônia portuguesa que se tornou independente em 1975.
O papa deve viajar de helicóptero até o santuário mariano de Muxima, pequena cidade a 130 km da capital que virou o grande centro de peregrinação do catolicismo no sul da África.
Construída às margens do rio Kwanza, que deu nome à moeda nacional, a igreja de Nossa Senhora da Muxima — um templo de estilo colonial português do século 16 — atrai quase 2 milhões de peregrinos por ano.
Os fiéis viajam para observar uma estátua da Virgem Maria, carinhosamente chamada de Mamã Muxima, que, segundo a lenda, teria aparecido no local. Segundo líderes religiosos, o objetivo era batizar os escravizados antes da travessia do Atlântico rumo às Américas.
Muitos peregrinos passaram a noite em acampamentos improvisados e aguardavam a chegada do papa sob forte calor.“Mamã Muxima é a alma e o coração de todos os angolanos. É a nossa mãe que nos abençoa, que organiza as nossas vidas”, diz Veronica Simão Teka, 60.
Papa Leão XIV deposita flores diante da imagem da Virgem Maria na Igreja de Nossa Senhora da Muxima, em Muxima, Angola, neste domingo (19). AP – Guglielmo Mangiapane
Manifestações contra pobreza
Meraldo Amon Daniel, estudante de enfermagem de 21 anos nascido em Muxima, espera que a visita do papa ao santuário “possa reforçar a fé, não apenas dos fiéis, mas também das autoridades do país”.
Quase um terço da população angolana vive abaixo da linha internacional da pobreza, fixada em 2,15 dólares (10,70 reais) por dia, segundo o Banco Mundial. Angola foi cenário, em julho de 2025, de três dias de manifestações, acompanhadas de saques, contra o custo de vida elevado.
Quase 30 pessoas morreram e centenas foram detidas. Organizações de defesa dos direitos humanos denunciaram o uso desproporcional da força por parte das autoridades.
Segundo analistas, os distúrbios refletem o descontentamento com o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), no poder desde a independência de Portugal. Depois de Angola, o papa viajará para Guiné Equatorial, ex-colônia espanhola, última etapa de um percurso de 18 mil quilômetros por quatro países.
fonte:
http://rfi.fr/br/%C3%A1fri
2010 – Dilma dá uma de Titanic de tão confiante que está. DILMA DIZ: NEM MESMO CRISTO ME TIRA ESSA VITÓRIA.
Dilma dá uma de Titanic de tão confiante que está
DILMA DIZ: NEM MESMO CRISTO ME TIRA ESSA VITÓRIA.
Após a inauguração de um comitê em Minas, Dilma é entrevistada por um jornalista local.
– Como a senhora vê o crescimento da sua candidatura nas pesquisas?
– O povo brasileiro sabe escolher; é a continuidade do governo Lula, e após as eleições nós vamos desarmar o palanque e estender os braços aos nossos adversários, o candidato Serra está convidado a participar do meu governo, porque nesta eleição nem mesmo Cristo querendo, me tira essa vitória, as pesquisas comprovam o que eu estou dizendo, vou ganhar no primeiro turno.
Parece que está caindo a imagem de boa moça e aparecendo quem realmente é a Dilma Roussef.
Poucos minutos após a entrevista, já tinha caído na internet, twitter…. e ela disse ter sido mal interpretada e que a frase não foi essa, porém alguns mineiros já repudiam a candidata e o quadro eleitoral começa a dar uma reviravolta. Em Minas a petista estava a frente de José Serra e agora Serra já ultrapassou com uma vantagem de 5 pontos, tanto que Aécio Neves já está aparecendo na TV pedindo aos mineiros o apoio unanime a Serra.
IMPORTANTE: a Dilma já está até sentando na cadeira presidencial, dá pra acreditar?
Vamos passar adiante, passe para o maior número de contatos possíveis, o Brasil precisa saber disso.
DILMA, a favor do Aborto e Acima de Jesus Cristo. Até o Papa no Vaticano já se manifestou contra essa frase blasfema.
Sejamos o iceberg de Cristo para por a pique a empáfia dessa apóstata degenerada
MIGUEL PINTO
( Diácono Católico)
2010 Dom Beni: Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras – video
Dom Beni: Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras
2010 Posicionamento do Pr. Paschoal Piragine Jr sobre as eleições 2010 video
Posicionamento do Pr. Paschoal Piragine Jr sobre as eleições 2010.
PROMESSAS ELEITOREIRAS
PROMESSAS ELEITOREIRAS Em campanha sob a égide da Legislação Eleitoral vigente, os candidatos estão atentos às disposições que combatem a corrupção eleitoral, uma prática muito antiga, que se revela de muitas maneiras, como a compra de votos. Como qualquer empreendimento que envolve mobilizações, uma campanha eleitoral implica elevados gastos financeiros e aí está a porta aberta para prática da corrupção, não obstante um incipiente controle da sociedade, por meio dos Comitês contra a Corrupção Eleitoral, e a aplicação de sanções, previstas na legislação, por parte de órgãos da Justiça Eleitoral. Os candidatos estão também atentos às exigências de apresentação de Ficha Limpa, perante os Tribunais, dado que, em grande escala, não há preocupação em tê-la perante a própria consciência e o eleitorado. Nas eleições, há sempre um elemento presente na relação entre candidatos, eleitores e sociedade – as promessas de campanha. Em sua grandíssima maioria, os candidatos são exímios promesseiros. São incontáveis na história das eleições as promessas de seus candidatos, a exemplo de Odorico Paraguassu, candidato a Prefeito de Sucupira, que fez uma promessa factível, embora com intuito demagógico: “inaugurar o único cemitério da cidade, construído como a principal promessa de sua campanha para prefeito, já que, sempre que morria alguém na cidade, o corpo devia ser levado para a cidade vizinha para ser enterrado.” Mas fez também uma promessa enganosa: “Eu sou homem de uma palavra só, não sou um “bivocabular”. Comprometi-me inclusive a dar uma cova de graça ao eleitor que, na hora da extrema-unção, declare ter votado em mim.” Infelizmente, os Odoricos se multiplicam com suas promessas eleitoreiras. Na verdade, há promessas factíveis e enganosas; o eleitor e a população devem exercitar sua capacidade de discernimento, identificando-as no discurso e na prática dos candidatos e, consequentemente, dando-lhes o voto de confiança ou alijando-os de suas pretensões eleitorais. O descumprimento de promessas, por parte dos candidatos, escapa aos controles legais, todavia, não deveria escapar ao juízo ético do eleitorado, durante a campanha e, sobretudo, no ato de votar. Alguma coisa já está sendo feita, visando “uma maior responsabilização pelos candidatos em relação as suas promessas durante o período eleitoral.” Há, de fato, uma responsabilidade mútua, enquanto, de sua parte, o eleitor e a população não devem deixar-se levar por promessas enganosas. “O processo eleitoral é um dos marcos da democracia moderna em que as partes se legitimam, o que infere a responsabilidade de ambos no reconhecimento por seus atos. Se levada por confiança em promessas de campanha a sociedade ver-se lograda posteriormente, torna-se passível a manifestação social e jurídica que revogue o mandato político do infiel, pois este é uma concessão e como tal pode ser revogado.” Basicamente, o discernimento entre promessas realizáveis e enganosas está na consciência política da população e o poder de escolha está no dedo do eleitor, ao digitar na urna eleitoral o número de candidatos confiáveis. Esta é uma longa estrada a ser percorrida pela cidadania. Dom Genival Saraiva de França |